Adoro minhas madrugadas, quando percebo que está tudo bem, a noite é minha e posso ser quem eu quiser.
Adoro os silêncios da minha madrugada, que são de paz e barulhentos, pois posso ouvir todos os ruídos e imaginar o que cada um significa.
Adoro minhas madrugadas em que, absolutamente sozinho, estou repleto de companhia que flui do me cérebro, me envolve com ternura e me tortura a boa tortura.
Adoro minhas madrugadas, quando o tempo pára e só anda quando eu quero.
Se eu pudesse estar sempre assim, feliz, com certeza iria desejar o amanhecer para contar a alguém como foi bom.